sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A Gripe e a Volta às Aulas


O Governo do Estado do Rio de janeiro, através da Secretaria de Saúde e Defesa Civil, e da Secretaria de Educação fez chegar um impresso às escolas com instruções para este retorno incomum, em tempos de pandemia.
As informações a seguir foram copiadas deste impresso.

O QUE É A GRIPE?
É uma doença de transmissão respiratória, causada pelo vírus Influenza.


VEJA COMO A GRIPE É TRANSMITIDA
  • Através do contato direto por meio de tosse, espirro e saliva
  • Pelo contato íntimo: através do beijo, compartilhando o mesmo copo/garrafa
  • Dividindo alimentos com pessoas infectadas
ESTES SÃO OS PRINCIPAIS SINTOMAS DA GRIPE
Febre, tosse ou dor de garganta, acompanhadas ou não de dores de cabeça e no corpo.

FIQUE ATENTO AOS SINAIS DE AGRAVAMENTO

  • Falta de ar
  • Respiração acelerada
  • Vômitos incontroláveis
  • Parar de urinar
  • Vertigens
  • Confusão mental
  • Irritabilidade
  • Convulsões
  • Alterações de consciência
  • Recusa alimentar
  • Prostração
O QUE FAZER AO RECONHECER UM ALUNO COM GRIPE
Ligue para o Disque-Gripe: 0800-28-10-100

O QUE AS ESCOLAS PRECISAM SABER
No momento em que surgirem pessoas com sintomas de gripe, o estabelecimento deverá seguir as medidas gerais de prevenção e controle da circulação de vírus, a seguir:
  1. Manter as salas de aulas ventiladas, com janelas abertas evitando o uso de ar condicionado;
  2. Evitar eventos em ambientes fechados em que haja aglomeração de pessoas;
  3. Criar uma rotina de observação dos alunos antes e após as aulas;
  4. Instruir alunos, professores e demais funcionários para:
  • Não compartilhar copos, talheres, cigarros e objetos de uso pessoal;
  • Não compartilhar alimentos;
  • Evitar contatos que permitam a troca de secreções, como beijo, abraço, aperto de mão;
  • Lavar as mãos com freqüência, principalmente depois de tossir ou espirrar, e sempre que tiver contato com superfícies que podem estar contaminadas (mesa de estudo, maçanetas);
  • Evitar colocar as mãos na boca, nariz ou olhos;
  • Não colocar objetos de uso compartilhado na boca, evitando mastigar lápis, caneta ou borracha, por exemplo;
  • Cobrir a boca quando tossir ou espirrar, mesmo que seja com a dobra do cotovelo, se não tiver lenço de papel;
  • Se usar lenço de papel, jogue-o imediatamente no lixo;
  • Cuidar da reposição de papel higiênico nos banheiros;
  • Desligar bebedouros elétricos e prover de água potável.
IMPORTANTE

O surgimento de mais de um caso de gripe em um determinado local do estabelecimento (ex.: sala de aula, escritório, etc) deverá ser comunicado imediatamente à Secretaria Municipal de Saúde, para que sejam compartilhadas as decisões relacionadas à alteração de rotina do estabelecimento, conforme protocolo do Ministério da Saúde.

ALERTA

Ninguém deve usar medicamentos sem orientação médica, pois a automedicação pode mascarar sintomas, retardar o diagnóstico e prejudicar o efeito do medicamento nos casos em que realmente precisa ser usado.

SAIBA MAIS:

www.saude.rj.gov.br

www.riocontraagripe.rj.gov.br

www.educacao.rj.gov.br

www.conexaoaluno.rj.gov.br

www.conexaoprofessor.rj.gov.br

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Dia do Estudante


Parabéns pelo seu dia!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Aprender na vida e aprender na escola



Fragmentos do texto elaborado por Elvenice Tatiana Zoia*
http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/educar/article/viewFile/2191/1843
DELVAL, J. Aprender na vida e aprender na escola. Tradução de: Jussara Rodrigues.Porto Alegre: Artmed, 2001. 118 p.

Em função da imaturidade que caracteriza o homem desde o seu nascimento, a aprendizagem torna-se extremamente fundamental para a sua sobrevivência, acompanhando-o durante toda a sua vida.
A aprendizagem corresponde desde situações simples como, por exemplo, pedir ajuda, atravessar a rua, esquentar o leite, até situações mais complexas como o conhecimento da leitura, da escrita, da aritmética, em síntese, o conhecimento científico trabalhado pela escola.
Aparentemente, a aprendizagem da vida cotidiana parece ocorrer sem muito esforço, diferentemente da aprendizagem que envolve os conteúdos escolares, a qual, apesar dos sujeitos passarem muitos anos envolvidos num processo sistematizado, têm aprendido muito pouco ou quase nada.
A aprendizagem é uma necessidade do ser humano, a qual ocorre independente da escola. Se é uma necessidade, por que é tão difícil aprender na escola? O que se pretende ensinar é significativo para quem busca aprender?
As representações que as pessoas constróem sobre a realidade não estão organizadas sistematicamente como as da ciência, porém não são facilmente substituídas por outras representações. Geralmente, as teorias e explicações que os alunos possuem sobre várias dimensões da realidade acabam por competir com as teorias enfocadas pela escola.
Uma ação educacional se realiza quando se parte do que os alunos sabem para ajudá-los a construir, a se apropriar significativamente dos conhecimentos científicos produzidos pela humanidade.
Não há ênfase na construção de conceitos; espera-se que os alunos depositem em suas mentes conceitos abstratos, que são repetidos e decorados, como algo pronto e acabado sem o devido entendimento de que o conhecimento científico resulta de uma investigação, que busca a compreensão e a transformação da realidade. O conhecimento científico se tornará significativo a partir do momento em que os alunos perceberem sua utilidade para resolver seus problemas e responder os questionamentos que fazem parte de sua vida.
Outro aspecto considerado centra-se no mecanismo contraditório da escola. Sendo uma instituição para trabalhar o conhecimento, prega a formação para a cidadania de forma autônoma e democrática e, no entanto, promove a submissão e a passividade. Isso se torna evidente nos trabalhos de repetição, “decoreba” e reprodução, não se permitindo um trabalho de descoberta, de investigação e de busca pelo conhecimento.
Para concluir, o autor propõe que para a busca de uma educação de qualidade, que não estabeleça uma ruptura entre o conhecimento científico e o conhecimento trazido pelos escolares, é preciso permitir a reflexão, o levantamento de hipóteses e suas verificações, contextualizar o conhecimento voltado para a resolução de problemas; em síntese, é preciso vincular a escola com a vida. É obra que com certeza traz valiosas contribuições tanto para pesquisadores quanto para profissionais, sobretudo das áreas da psicologia e da educação.

* Mestranda da linha de pesquisa Cognição e Aprendizagem Escolar, do Programa de Pós-Graduação em Educação, da Universidade Federal do Paraná. E-mail: tatianazoia@bol.com.br

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Síndrome da DME

Fonte: Google

domingo, 2 de agosto de 2009

Violência Na Escola




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quinta-feira, 30 de julho de 2009

CRIATIVIDADE

O que vem à sua mente quando você pensa sobre a criatividade?
Alguns pensam em pessoas muito especiais e que a criatividade envolve talentos extraordinários.
Veja algumas definições, coletadas em livros diversos:
· Capacidade de elaborar teorias científicas, inventar instrumentos e/ou aparelhos, ou produzir obras de arte;
· A capacidade de produzir coisas novas e valiosas;
· A capacidade de desestruturar a realidade e reestruturá-la de outras maneiras;
· O ato de unir duas coisas que nunca haviam estado unidas e tirar daí uma terceira coisa;
· Uma técnica de resolver problemas;
· Uma capacidade inata que é bloqueada por influências culturais e ambientais.
A criatividade pura é um ato mental, que consiste em última análise da capacidade de combinar sons e imagens de forma subjetivamente nova, independentemente de qualquer conexão lógica com o mundo exterior. Independe do aspectos novidade e originalidade, beleza, utilidade, veracidade etc.
Criações não têm necessariamente que servir para alguma coisa, como solucionar um problema, dar retorno financeiro, serem maravilhosas e belas, nada disso, somente serem criativas.

Criatividade Em Ovos

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domingo, 26 de julho de 2009

Pálido Ponto Azul.

Qual a importância do Planeta Terra?

Esta foi (é) a resposta do cientista Carl Sagan:

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A escola e o aluno





Afinal, para que serve a escola?
A escola precisa ser escola, e assim se tornar um lugar de desenvolvimento humano, de humanização. A escola deve ser uma referência de esperança.
A violência no ambiente escolar ganhou evidência: falta de limites, agressão, falta de valores humanos, omissão com os estudos, ausência de interesse em saber etc.
A escola tem uma grande importância na vida do aluno, levando-o a desvendar que têm direitos e deveres a exercer.
Quase todos os alunos reclamam porque são obrigados a vir à escola, desconhecendo ou rompendo com o reconhecimento de sua importância.
Nela o aluno tem o tempo de brincar, escrever, desenvolver aptidões e habilidades que um dia servirão para uma futura profissão.
Escola e aluno, são ligados uns ao outro; só existe escola se houver alunos.
Se os alunos são parte do problema, devem ser parte da solução.




UM OLHAR SOBRE A ESCOLA
ARTIGO ANTÔNIO NEVES DE ARAÚJO FILHO
http://pesquisa.dnonline.com.br/document/?view=29334

sábado, 18 de julho de 2009

Um planeta melhor para nossos filhos!



“ Todo mundo ‘ pensando’ em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que‘ pensarão ‘ em deixar filhos melhores para nosso planeta?”Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta aonde vive...



A CRIANÇA APRENDE COM O CONVÍVIO

A criança que convive com críticas aprende a condenar
A criança que convive com a hostilidade aprende a ser agressiva
A criança que convive com o ridículo aprende a ser tímida
A criança que convive com a vergonha aprende sentir-se culpada
A criança que convive com a tolerância aprende a ser paciente
A criança que convive com estímulos aprende a ter autoconfiança
A criança que convive com elogios aprende a valorizar
A criança que convive com a integridade aprende a ser justa
A criança que convive com a segurança aprende a ter fé e confiança
A criança que convive com aprovação aprende a gostar de si mesma
A criança que convive com a honestidade aprende a verdade
A criança que convive com aceitação e a amizade
Aprende a encontrar o AMOR no mundo.

Dorothy Law Notte
Contribuição : Profª Neuza - Coord. Pedagógica - CEAL


segunda-feira, 13 de julho de 2009

A Importância do SMO (Otimização para Mídias Sociais)







Sabemos que para um blog ou site ter sucesso, é preciso aumentar o número de visitas, e para conseguir esse aumento é preciso otimizar seu blog ou site para melhor aparecer nos motores de busca.Entretanto, é fundamental que as Redes Sociais não sejam usadas somente para divulgação de seu conteúdo ou produto, é necessário interagir com outros usuários, seguir aqueles que também publicam conteúdo interessante para sua área, pois, além de tudo, com certeza você conhecerá outras ferramentas, novidades e conteúdos que vão agregar mais informação a ser utilizada em suas estratégias.

domingo, 12 de julho de 2009

Matemática no cotidiano

Adoro números! - a matemática e o cotidiano
A matemática está mais perto do cotidiano e já não é a eterna vilã do mundo estudantil
Redação Crescer - http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI17585-15134,00.html

Espécie de bicho-papão da vida escolar, a matemática sempre foi uma disciplina temida, que reprovava muito e tinha poucos fãs. Mas as novas formas de ensino, que usam jogos e brincadeiras, trouxeram a matéria mais para perto do mundo real e vêm atraindo as crianças, para surpresa de muitos pais, que nunca gostaram dela. A psicóloga Sandra Magina, doutora em educação matemática e professora da PUC de São Paulo, diz que as mudanças no ensino da disciplina começaram nos anos 80. "Foi quando a matemática passou a ser discutida no cotidiano", afirma Sandra, deixando para trás heranças do ensino tradicional, como a tabuada e a também chamada matemática moderna, que lidava de forma abstrata com conceitos complexos como a teoria dos conjuntos. Vinte anos mais tarde, o ensino da matéria tem hoje quatro características principais. "A primeira é a relação da matemática com situações concretas do mundo real. Outra é a introdução de brincadeiras para facilitar o processo, além de jogos que podem ser manipulados pelos alunos. E ainda o uso do computador, com programas auxiliares cada vez melhores", diz a professora. Tudo com o objetivo de fazer a criança compreender os problemas e selecionar a melhor forma de solucioná-los, sem decorebas.


Sem cobranças

A melhor maneira de os pais ajudarem o filho a se dar bem com a matemática é apontando a presença dela no dia-a-dia. Os números, as figuras geométricas, as relações entre as quantidades estão em toda parte: nas compras do supermercado, nos móveis da casa, nas receitas culinárias. "Atualmente, a matemática que se aprende até a oitava série é muito aplicável ao cotidiano", assegura a professora Sandra Magina. Mas não se deve enfatizar a realização de operações, treinando a criança só para fazer contas. "O importante é entender o conceito, o raciocínio por trás de cada situação", diz Sandra. A professora Elza Akama concorda: "Não se deve cobrar contas das crianças. Para substituir a tabuada, já existem calculadoras. E não queremos ninguém competindo com calculadoras, mas construindo-as."

Jogos Educativos

O Jogo
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sábado, 11 de julho de 2009

As grandes navegações



O que foram as grandes navegações?


As grandes navegações foram um conjunto de viagens marítimas que expandiram os limites do mundo conhecido até então. Mares nunca antes navegados, terras, povos, flora e fauna omeçaram a ser descobertas pelos europeus. E muitas crenças passadas de geração a geração, foram conferidas, confirmadas, ou desmentidas. Eram crenças de que os oceanos eram povoados por animais gigantescos ou que em outros lugares habitavam seres estranhos e perigosos. Ou que a terra poderia acabar a qualquer momento no meio do oceano, o que faria os navios caírem no nada.


Os motivos


O motivo poderoso que fez alguns europeus desafiar o desconhecido, enfrentando medo, foi a necessidade de encontrar um novo caminho para se chegar às regiões produtoras de especiarias, de sedas, de porcelana, de ouro, enfim, da riqueza.


Outros fatores favoreceram a concretização desse objetivo:


• Comerciantes e reis aliados já estavam se organizando para isso com capitais e estruturando o comércio internacional;


• A tecnologia necessária foi obtida com a divulgação de invenções chinesas, como a pólvora (que dava mais segurança para enfrentar o mundo desconhecido), a bússola, e o papel. A invenção da imprensa por Gutenberg popularizou os conhecimentos antes restritos aos conventos. E, finalmente, a construção de caravelas, que impulsionadas pelo vento dispensavam uma quantidade enorme de mão-de-obra para remar o barco como se fazia nas galeras nos mares da antiguidade, e era mais própria para enfrentar as imensas distâncias nos oceanos;


• Histórias como a de Marcopolo e Prestes João aguçavam a imaginação e o espírito de aventura;


• Até a Igreja Católica envolveu-se nessas viagens, interessada em garantir a catequese dos infiéis e pagãos, que substituiriam os fiéis perdidos para as Igrejas Protestantes.


Os pioneiros


Os dois primeiros países que possuíam essas condições favoráveis eram Portugal e Espanha.






A Via-Láctea

Observando o céu noturno, vemos milhares de pontos brilhantes piscando constantemente. Esses pontos, que emitem luz, são as estrelas. Elas são irmãs do Sol e fazem parte da nossa galáxia, a Via- Láctea.



Saiba mais: http://www.observatorio.ufmg.br/pas13.htm
http://www.cosmobrain.com.br/res/estbril.html
http://www.discoverybrasil.com/guia_espacio/estrellas/index.shtml

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Vizinhança pré-histórica

Foto de divulgação

Sabe o Sid, aquele personagem desengonçado, que se acha muito esperto, mas vive dando mancadas no filme A Era do Gelo? Podemos dizer que ele mora aqui ao lado.

Embora possa não parecer (o bicho é muito esquisito!), ele foi idealizado a partir de uma criatura que existiu há 11 mil anos, a preguiça gigante, animal que viveu no mesmo período em que tigres dentes de sabre e mastodontes habitavam o planeta, assim como registrado no filme original. Mas, como sugere o terceiro filme da série, os dinossauros não foram contemporâneos destes mamíferos pois já estavam extintos no período em que estes viveram:


A “inverdade” pré-histórica (mundo subterrâneo, mamíferos e dinossauros juntos) baseia-se no conto de Júlio Verne ,“Viagem ao Centro da Terra”.

No Brasil também existiam preguiças gigantes, e fósseis destes animais foram encontrados, a partir de 1969, no município de Itaboraí, próximo a antiga capital do estado do Rio, Niterói.

Com a realização de escavações sistemáticas na região também foram encontrados fósseis de plantas, anfíbios, lagartos e mamíferos: marsupiais, tatus e mastodontes.

No local havia uma mina de calcário, material utilizado para a fabricação de cimento, e após sua desativação, foi implantado o Parque Paleontológico São José de Itaboraí. Ele fica a 30 km de Niterói, e para chegar até lá, deve-se pegar a BR 101, em direção à Região dos Lagos. Depois é preciso entrar à direita após a placa indicativa da entrada do Parque (aquela que tem a figura do tatu e de um morrinho) no trecho Manilha/Duques e pegar a estrada em direção a Cabuçu e mais a frente aquela que vai até São José.


Qual a relação que existe entre fósseis de preguiça gigante e o futebol brasileiro?


Para saber, visite http://cienciahoje.uol.com.br/4246 e veja também a historia do sítio paleontológico e dos achados fósseis .

Para informações mais recentes sobre o parque, visite http://parque.spaceblog.com.br/ .


O Céu de Darwin


Veja a programação em http://www.mast.br/semanadeastronomia-ceudedarwin.htm .

terça-feira, 16 de junho de 2009

Maracanã - 59 anos

O Maracanã faz 59 anos.

Foi projetado para abrigar 150 mil expectadores.

Suas obras começaram em agosto de 1948, e mesmo tendo sido inaugurado em 1950, o término das obras se deu somente em 1965.

Tem formato oval, e o seu eixo maior mede 317 metros contra 279 metros do menor. Possui três níveis para os seus espectadores: o inferior, o superior e o dos camarotes que correspondem a 32 metros de altura, e equivalem a um prédio de seis andares.

Trabalharam na construção do Maraca cerca de mil e quinhentos homens, e, nos últimos meses de trabalho, mais dois mil.

Os números indicam a grandiosidade desta obra.

Em gasto com materiais estes números também foram muito grandes: 500 mil sacos de cimento, que empilhados lado a lado formariam 78 colunas da altura do Corcovado e seriam suficientes para construir edifícios de 10 andares ao longo de 2 quilômetros.

Para a Copa de 2014 deverá passar por reformas para se adequar ao padrão da FIFA, o que diminuirá a sua capacidade para 92 mil expectadores sentados.

Novamente serão gastos sacos e sacos (...e sacos!) de cimento.

E de onde virá este cimento?

Quais os recursos naturais com os quais é produzido? Como se fabrica este produto?

As matérias primas para a produção do cimento são encontradas em diversas partes do planeta, e são, aproximadamente, 93% de calcário, 7% de argila e pequenas quantidades de minério de ferro.

Neste endereço, clicando na aba “Processo Produtivo” você poderá interagir com a animação e conhecer todas as etapas de fabricação do cimento.

Se você estiver curioso em conhecer mais alguns números históricos do Maracanã , veja ao final desta página aqui .

Mas, se a sua curiosidade é ver como ficará esse estádio para a copa de 2014, clique aqui.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

BOLETIM ESCOLAR

O que devem fazer a escola e a família? Como juntar pessoas que deveriam ter interesses idênticos em garantir o bem estar de crianças e adolescentes? O diálogo pode funcionar como uma palavra mágica. Escutar as queixas das famílias e as acusações da escola pode dar início a um processo de discussão sobre o espaço escolar e os deveres da família.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

A Origem das Coisas

Dá-se o nome de recursos naturais àqueles elementos existentes na natureza aos quais o ser humano recorre para subsidiar a sua existencia. Estes elementos são de origem vegetal, mineral (exemplo) ou ainda, as proprias forças da natureza, como por exemplo, a energia solar (luz e calor do sol) ou a força dos ventos (exemplo).

Alguns destes elementos são finitos, e na visão de quem os utiliza, dizemos que são “não renováveis”. Outros recursos da natureza seriam então “renováveis” e ainda outros “inesgotáveis”.

Você saberia dizer alguns que se classificariam desta forma?

Podemos fazer uma listagem destes elementos, de acordo com a forma como são utilizados, ou, de acordo com os lugares onde são encontrados, ou mesmo de acordo com a intensidade com que são “consumidos”.

Aliás, a palavra “consumo” mede bem a conta da disponibilidade de alguns destes elementos – e seus derivados – no planeta, sejam eles petroleo ou agua, alimentos como arroz ou carne e todos aqueles com que são fabricadas as coisas que usamos: os sapatos que calçamos ou as televisões com as quais assistimos a novela das oito...

Afinal, de onde vem a energia que “liga” nossos chuveiros, a agua que deles escorre, o gás com que cozinhamos, o carvão com que fazemos um churrasquinho?

Ou os materiais com que se fabrica o tecido de nossa calça jeans, o amaciante que perfuma nossas roupas, o papel que está nos livros, o plástico de nossos utensilios, o corante vermelho de alguns alimentos, o óleo com que fritamos gostosuras, a gasolina que abastece os carros, o processador que faz o computador ser mais rápido ou aquele material esquisito com que se fabricam os CDs?

Montagem com fotos de domínio público, buscadas na Wikimedia Commons


Há muitas coisas produzidas para satisfazer as nossas necessidades, e sua origem está nos recursos naturais. Então, quanto mais necessidades tivermos, mais os utilizaremos.

Isto não parece um ciclo sem fim?

Sim, se os recursos naturais fossem todos inesgotáveis. E parece que é assim, como um ciclo sem fim, que grande parte dos seres humanos encara esta situação.

Mas, você sabe o que acontece quando “todo mundo vai com muita sede ao mesmo pote”? Ou então conhece aquela expressão: “a fonte secou”? Isso explica bem que alguns recursos naturais não são infinitos, pois um dia eles se esgotarão.

Mas este não é o único problema...

"Argh! Tem mais?"

Tem: há problemas que envolvem produção, distribuição, consumo e descarte dos bens produzidos a partir dos recursos naturais. Mas para conhecê-los melhor, veja o vídeo “A Historia das Coisas: Parte 1 e Parte 2.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Uma Gripe Incomum

A gripe suína está nas manchetes dos jornais, e embora as notícias não tenham mais o teor alarmante que havia a princípio, ainda é necessário manter um estado de atenção. Se o ditado popular também diz que é melhor prevenir do que remediar, qual a prevenção que nos é possível?
Antes de sair por aí fazendo automedicação sem prescrição médica, ou tentar pegar uma forma "mais branda" da doença em festinhas de contágio, a melhor medida é seguir as orientações dos órgãos de saúde.
Nos EUA, por iniciativa de um destes órgãos, foi publicada uma HQ sobre pandemia. Ela conta como a Gripe Espanhola se alastrou sobre todo o mundo no início do século XX e deixou um rastro de milhares de vítimas por onde passou. Depois apresenta uma série de ações que os cidadãos comuns podem/devem desenvolver para que a gripe suína não se torne uma pandemia de proporções catastróficas.Para ler a HQ, vá até o site King County que está em inglês, desça a página até encontrar o link (atalho) para a versão em português (nas palavras Portuguese/Português, escritas na cor azul) , dê um clique e espere baixar o arquivo em PDF.
Demora um pouquinho para aparecer, mas é informação confiável. E toda informação correta que você tem sobre um "inimigo" ajuda a melhor combatê-lo...

Para acompanhar a evolução da gripe, vá a este endereço: http://www.gripenet.com.br/about_AH1N1/

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Como surgiram os números?

Você já parou pra pensar nisso? Será que os números surgiram da invenção de um matemático? O número surgiu a partir do momento em que existiu a necessidade de contar objetos e coisas e isso aconteceu a mais de 30.000 anos.
Os homens nessa época viviam em cavernas e grutas e não existia a idéias de números, mas eles tinham a necessidade de contar, assim quando os homens iam pescar ou caçar levavam consigo pedaços de ossos ou de madeira, para cada animal ou fruto capturado o homemfazia no osso ou no pedaço de madeira um risco. Com a evolução do homem, que deixando de ser nômade fixou-se em um só lugar, esse passou a praticar não somente a caça e a coleta de frutos, mas também o cultivo de plantas e a criação de animais. A partir daí surgiu a necessidade de uma nova forma de contagem, pois precisavam controlar o seu rebanho.

Passaram então a utilizar pedras, cada animal representava uma. Mas como isso era feito? Para cada animal que ia pastar uma pedra era colocada dentro de um saco, ao final do dia para cada animal que entrava no cercado uma pedra era retirada, assim era possível manter o controle e saber se algum animal havia sido comido por outro animal selvagem ou apenas se perdido. Com a evolução do homem e da matemática, surgiu a palavra cálculo que em latim significa “contas com pedras”.

A Origem Dos Numeros

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Sem medo dos números



Especialistas ensinam algumas atitudes simples que ajudam as crianças a gostar de matemática -
por Beatriz Vichessi


Como ajudar crianças a aprender, com prazer e curiosidade, a arte de usar os números? Quando começar? Um dos benefícios práticos de aprender a disciplina é poder aplicá-la no cotidiano ? e não só para fazer contas, como a maioria pensa. ?

Estimule as crianças a gostarem dosnúmeros desde pequenas. Foto: Dreamstime
http://mdemulher.abril.com.br/familia/reportagem/educacao/medo-numeros-396200.shtml

domingo, 12 de abril de 2009

PHI e o mundo hoje

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CEAL/MAC

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Galeria Leonardo Da Vince

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sábado, 11 de abril de 2009

A medição da doçura

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Trabalho de Matemática realizado por alunos do 2º ano do Ensino Médio –CEAL.

A "Saber Mais" (Editora Ática) estimula a aproximação com os muitos caminhos da ciência. O mais recente título da coleção é um convite para conhecer a geometria, parte da matemática que estuda as figuras e os corpos geométricos.
"A medição da doçura" conta a história de Hipotenusa, filha do rei de Euclidéia, Metrônio. Obcecado pela geometria, o soberano só aceita entregar a mão da filha a alguém mais inteligente do que ela.
Para testar as aptidões do futuro príncipe consorte, o rei inventa problemas geométricos, como calcular a superfície do reino ou a quantidade de água disponível na cisterna do castelo. Amoroso, jovem cavaleiro andante que se apaixona pela princesa Hipotenusa, resolve enfrentar com determinação - e inteligência - os desafios propostos pelo rei.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Homens e cérebros

A capacidade criativa é o que caracteriza o ser humano diante das outras espécies.
Mas, o que fez surgir o homem moderno, com um cérebro altamente desenvolvido, capaz de imaginar e construir o que imaginou?
Quais os primeiros passos de nossa história evolutiva? Como eram os seres humanos primitivos?
Veja os vídeos a seguir, eles irão ajudá-lo a formular uma resposta.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Empinando formas geométricas


Agradecimentos à professora Elizabeth-Geometria, professor
Duarte-Matemática e conselheiro da turma 1004 em 2008.
Destaque e agradecimento para a participação do engenheiro de pipas, Ken Yamazato, que na verdade é engenheiro mecânico e, em oficinas educativas, passa conceitos científicos para as crianças. Por meio de papagaios, elas aprendem sobre História, Geografia, Ciências, Geometria, Artes plásticas, Educação Física, meteorologia, reciclagem de materiais e outros temas.


video

segunda-feira, 30 de março de 2009

Como o nosso corpo funciona?

Homem Vitruviano, por Leonardo da Vinci

Imagine a seguinte situação: para alcançar a fruta no alto de uma árvore, um menino deve escalá-la. Nesta feita, escorrega e quase cai. Mas como quer muito aquela fruta, segura-se firmemente e continua a subir. Finalmente ele a saboreia com prazer.
Embora ele não tenha percebido, várias coisas aconteceram com o seu corpo nestes momentos, sem que ele se desse conta:
  • o ar entrou e saiu dos pulmões,
  • o sangue circulou pelas veias,
  • os músculos se mexeram segundo sua vontade,
  • o coração disparou enquanto ele escorregava
  • suas mãos ficaram mais frias,
  • ele salivou...
Tudo isso por que o seu corpo já sabia o que fazer!
O corpo humano é capaz de muitas coisas, produzir energia, se refazer utilizando informações e materiais do meio ambiente, e inventar soluções novas. Ele possui um conjunto de sistemas que funcionam de forma interdependente e capazes de realizar diversas funções.




Mas é preciso alguns cuidados para fazer com que o nosso corpo funcione bem. Um ambiente saudável, uma boa alimentação e a prática de atividades físicas são fundamentais para a manutenção da saúde. Então:
O que você anda comendo e bebendo? Como você prepara os alimentos? O que é mais importante na sua alimentação, quantidade ou qualidade? Você toma remédio por conta própria ou que qualquer pessoa lhe indica?
Como está o ambiente em que você vive? Tem água encanada e esgotamento sanitário? Você sempre lava as mãos quando volta da rua, ao preparar as refeições ou depois que vai ao sanitário?
Você pratica atividades físicas regularmente: joga futebol, faz caminhada, dança com alguma frequencia?
Costuma se distrair de vez em quando, lendo, passeando, batendo um papo com os amigos, namorando?
Muitas coisas fazem com que o nosso corpo funcione bem. Outras, interferem em nossa saúde e nossa qualidade de vida.
O que você anda fazendo com o seu corpo?
Seja um ecologista, preserve a natureza. Preserve-se, você faz parte dela.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Vamos discutir a relação?

"Você é um parasita!!!" disse a garota zangada ao namorado que vivia pegando, sem lhe devolver, dinheiro emprestado. "Fica aí nessa folga toda, sugando tudo o que eu ganho. Mas eu estou a fim de um outro tipo de relação... quero mais companheirismo, mais colaboração, quero alguém que esteja ao meu lado e não na minha aba! Procura um serviço, poxa!!!"

Este termo que a moça utiliza, parasita, tem origem na biologia, "diz-se do animal ou vegetal que vive à custa do outro". Mas do jeito que a moça reclamou, seu sentido é de "explorador" - conforme define Silveira Bueno no seu Minidicionario da Língua Portuguesa. Alguém que só traz prejuízo para a relação.
Quais são os animais parasitas? Quais aqueles que vivem à custa do ser humano?
Veja um destes abusados aqui.
Voltando a historinha dos namorados: o cara dava o troco...

"Você está se achando, não é? Fica sabendo que tem uma fila de espera cheia de mulher querendo o meu passe! Eu sou é predador."

Novamente outro termo emprestado de relações ecológicas estabelecidas entre os seres vivos. Mas diferentemente dos namorados, cuja relação terminou,
o parasitismo e predatismo se estabelecem entre seres vivos de espécies diferentes.
Descubra um verdadeiro predador neste vídeo.
Nem todas as relações ecológicas entre espécies diferentes são assim desarmônicas, há casos de convivência pacífica e até parceria com benefícios e sem prejuízos para uma ou ambas as partes.
Você conhece aquele ditado que diz "uma mão lava a outra"? Pois é mais ou menos neste sentido que acontece a protocooperação, como por exemplo quando certas aves catam e comem os parasitas que infestam o gado. Ambos se beneficiam, o primeiro se alimenta e o segundo livra-se do parasita.
Existe protocooperação entre humanos e golfinhos? Veja esta história.
Mais protocooperadores: o peixinho e a anêmona.
Foto de Oneras em http://www.flickr.com/

E há também espécies que não sobrevivem umas sem as outras:Foto de Antonio Machado em http://www.flickr.com/

Abelhas e borboletas se alimentam de néctar e polinizam flores de determinadas espécies. Sem esses insetos não haveria a reprodução das plantas nas quais estes insetos se alimentam, e sem o alimento destas plantas eles não sobreviveriam... É um casamento tipo "até que a morte os separe", ou, biologicamente dizendo, esta é uma relação de mutualismo.
Em outro tipo de relação, o inquilinismo, uma especie se beneficia de outra sem lhe causar prejuízo. O "hóspede" se apropria do que precisa, mas não prejudica o "hospedeiro"... Veja orquídeas, bromelias e samambaias, as belas hóspedes das árvores neste vídeo.
Tem bicho que vive de sobras! Na relação de comensalismo há espécies que se beneficiam consumindo os restos alimentares da outra espécie. São comensais (mesmo sem convite), dos tubarões: as rêmoras, dos leões: as hienas e dos homens: os urubus.

ÊPA! O termo comensalismo não se aplica para relações entre seres humanos! Este termo se aplica a espécies diferentes. É bom lembrar que alguns conceitos formamos a partir de nossas experiências em relações sociais, mas eles precisam ser melhor definidos a luz da ciência!

Para entender melhor estas e outras relações ecológicas entre seres vivos de mesma especie ou de especies diferentes, veja este vídeo e analise este diagrama.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O Rei Leão e as estrelas

O Rei Leão, para quem não viu, é um clássico do cinema de animação da década de 90, e embora possa parecer, a princípio, somente uma historinha infantil, foi baseada na peça Hamlet, do escritor inglês Willian Shakespeare, e aborda temas fortes como traição, morte, vingança e corrupção...
No filminho, Timão é um suricate, Pumba é o porco selvagem e Simba, o leão. Três amigos improváveis que aprontam mil peripecias na floresta, sobrevivendo e se desenvolvendo, milagrosamente, a partir de uma dieta de bichinhos crocantes ou gosmentos, mas sempre incrivelmente minúsculos.
Um dia lá, depois de muitos goles de hakuna matata, quedam-se os três sobre a grama da savana e começam a questionar sobre o que seriam “aqueles pontinhos brilhantes ali” – as estrelas no céu.
O esperto Timão diz que são vagalumes grudados na coisa grande azul escura. O incerto Pumba diz que sempre pensou que eram bolas de gás estourando a milhões de quilômetros dali. E o temeroso Simba ousou responder que - ouviu dizer - as estrelas seriam os grandes reis do passado que estariam olhando por eles. A mesma pergunta levou a três respostas diferentes, amparadas nas diferentes visões dos amigos. A certeza de um (Eu não acho, eu sei!), a suposição do outro e a dúvida do terceiro.
(Veja a cena aqui, se quiser – ou caso não se lembre!)

A curiosidade que nos move à pergunta mobiliza-nos também a procura da resposta. Mas, assim como a diversidade de repostas dos três amigos do filme, a diversidade das formas como procuramos responder às questões que a nós se apresentam é que farão a diferença e estabelecerão como resultado o senso comum, a ciência ou o misticismo.

Então, qual é a curiosidade que te move?
Como você procura responder às questões que ela apresenta?


E aproveitando a deixa do filme, quais dúvidas ou certezas você tem sobre as estrelas?
Veja este vídeo.